Avançar para o conteúdo principal

Erva-príncipe


É um chá muito agradável com um forte sabor a limão, que actua como digestivo sendo óptimo para beber após as refeições.

Combate a má disposição, a azia, melhora o sono devido às suas propriedades calmantes, é febrífuga (baixa a febre), aumenta a sudorese, tem acção hepatoprotectora e antiespasmódica. Em bochechos, ajuda no tratamento de gengivites, aftas e candidíase oral. O seu óleo essencial (citronela e limoneno) é muito utilizado como repelente de insectos.

De acordo com uma investigação, o chá príncipe ajudou no tratamento da candidíase oral em pacientes com HIV. Neste ensaio, realizado na África do Sul, 90 pacientes foram divididos em 3 grupos:

- os que ingeriam a erva-príncipe em infusão,
- os que ingeriam sumo de limão
- os que aplicaram o antifúngico genciana violeta.

Todos os tratamentos foram eficazes, com ligeira vantagem para o sumo de limão. Como repelente de insectos, foi considerado o mais eficaz de 38 óleos essenciais comparados, juntamente com o patchouli e o cravinho-da-índia.

Administração


Em chá, duas colheres de sopa para um litro de água. Deixar em infusão durante 10 minutos. A planta deve ser colhida fresca, de forma a utilizar todos os seus óleos essenciais.
Pode-se utilizar as folhas frescas da erva-príncipe, para refogados ou em saladas.


Ice Tea de Erva-Príncipe
2 folhas frescas compridas de Erva-Principe;
1 litro de água
Sumo de 3 limões
Mel a gosto

Lavar, cortar e triturar a erva-principe junto com a água. Juntar o sumo de limão e o mel.
Triturar novamente, coar e guardar no frigorifico.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Dores Musculares x Ventosaterapia

Utilizada desde o antigo Egipto, a Ventosaterapia é também mencionada nos escritos de Hipócrates e praticada pelo povo Grego no século IV A.C. , constituindo assim, um dos métodos terapêuticos mais antigos utilizados na Naturopatia, que tem como procedimento básico, a aplicação em áreas específicas do corpo, de copos redondos, que após se retirar o ar criam vácuo permitindo manipular os tecidos de forma mais intensa.
O seu principal efeito terapêutico é na estimulação da circulação sanguínea pois tem como base a troca gasosa, eliminando os gases e toxinas estagnados no corpo pela pressão negativa produzida pelo vácuo. Esta técnica também é conhecida como o método do "Tratamento Negativo”, porque atraí as células doentes do interior para a superfície.                 
A aplicação da ventosaterapia traz extraordinários benefícios, principalmente ao proporcionar uma melhoria significativa nas tensões musculares quando aplicada ao longo da coluna lombar, sendo bastante eficaz em cas…

Mercúrio presente no marisco e no peixe aumenta risco para Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

Um estudo recente em 518 pessoas constatou que elevados níveis de mercúrio no corpo associado ao consumo de peixe e marisco aumenta o risco de desenvolver a doença de Lou Gehrig (ELA), uma doença neurodegenerativa que leva à paralisia e à morte. Entender os factores de risco da esclerose lateral amiotrófica possibilita-nos realizar alterações no nosso estilo de vida, como por exemplo, evitar o consumo de peixes e moluscos, de forma a prevenir esta doença e diminuir a incidência a longo prazo.
Nota de pesquisa: Pesquisas epidemiológicas como essa podem revelar novos factores comportamentais humanos ou exposições ambientais que nos levam à doença. Estudos a nível da população também podem fornecer uma visão ampla de como a doença se desenvolve em seres humanos que não teria sido prontamente descoberto em estudos animais ou celulares.

As tâmaras e o trabalho de parto

Desde os tempos bíblicos, as tâmaras eram consideradas possuidoras de propriedades curativas profundas, mas só agora a ciência vem confirmar o que os nossos antepassados já sabiam.
Um estudo publicado no Journal of Obstetrics and Gynecology em 2011 e intitulado "O efeito do consumo das tâmaras no final da gravidez[i]", apresentou a investigação do efeito do consumo das tâmaras nos parâmetros do trabalho de parto e nos seus resultados. Ao longo de 11 meses na Jordan University of Science and Technology, dois grupos de mulheres foram incluídas num estudo prospectivo onde 69 mulheres consumiram seis tâmaras por dia durante 4 semanas antes da data prevista para o parto, contra 45 mulheres que não consumiram nenhuma. Estas mulheres tinham parâmetros semelhantes por isso não houve diferença significativa na idade gestacional, idade e paridade (o número de vezes que a mulher engravidou) entre os dois grupos.
Os resultados do estudo foram os seguintes:
• Melhoria da dilatação cervical: