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Naturopatia na prevenção e tratamento de doenças!


Como sabemos, os medicamentos químicos sintetizados têm sempre efeitos colaterais no nosso organismo. Claro que o seu impacto na saúde para o bem e para o mal, depende da molécula bem como da dose e frequência de ingestão, no entanto, independentemente do medicamento, o fígado é sempre lesado com esta utilização. 

Obviamente que os medicamentos são de extrema importância para tratar quadros clínicos agudos graves e para salvarem vidas. Mas também é verdade que algo de errado se passa para justificar a proliferação de doenças gravíssimas que têm ocorrido nos últimos 50 anos, como é o caso do cancro e de outras doenças degenerativas. 

Numa doença grave, crónica e/ou degenerativa, não se pode isolar uma única causa mas sim várias e uma destas causas é inequivocamente o excesso de utilização de medicamentos químicos de síntese.
Por este motivo, diria que seria uma atitude inteligente, apostar na prevenção.

A prevenção das doenças tem o nobre propósito de evitar que o corpo adoeça. 

Se esta medida é importantíssima na vida de todos nós, para um bebé e uma criança ainda mais, uma vez que o sistema imunitário leva 5 a 8 anos a amadurecer.

É importante referir que o conceito de prevenção é pouco trabalhado pela medicina convencional.

Por esse motivo o trabalho concomitante com a medicina convencional, por parte dos naturopatas, homeopatas, entre outros, é fulcral, para se alcançar este tão importante propósito que é a prevenção.

Apesar do grande objetivo ser evitar o surgimento das doenças, as fórmulas fitoterápicas têm também mecanismos farmacológicos anti-virais, antibacterianos, mucolíticos, expectorantes, entre outros e com muito menos efeitos colaterais.

Como naturopata, considero que numa situação aguda (de baixo risco obviamente) primeiro deve-se tentar uma terapêutica cujo risco de efeitos colaterais seja mais baixo ou inexistente e somente se não  tiver alcançado os efeitos desejados, então administrar o medicamento químico de síntese.

Os óbvios benefícios desta abordagem serão a menor toxidade para o organismo. No caso particular dos antibióticos travar o grave fenómeno da resistência bacteriana, com a grande vantagem de que em situações agudas de alto risco o organismo responderá muito mais eficazmente aos químicos de síntese administrados.

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Vera

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