Avançar para o conteúdo principal

ESTUDO ASSOCIA O CONSUMO DE NOZES A UM MENOR RISCO DE HIPERTENSÃO

O consumo de nozes pode reduzir o risco de hipertensão, segundo estudo da Harvard Medical School. 

"A hipertensão é um factor de risco para doenças cardiovasculares, e os factores nutricionais podem cumprir um papel importante na sua prevenção. Procuramos examinar a associação entre o consumo de nozes e a hipertensão incidente"
escreveram os autores na revista Clinical Nutrition. 

Avaliando quase 16 mil médicos livres da hipertensão no início do estudo, os pesquisadores observaram que aqueles que relataram comer maiores quantidades de nozes tinham uma menor probabilidade de desenvolver pressão alta.

Os resultados indicaram que aqueles que comiam nozes pelo menos sete vezes por semana tinham 18% menos de probabilidade de desenvolver pressão alta, comparados com aqueles que não consumiam o alimento. E um menor consumo também teria um efeito protector (embora não muito significativo) – o consumo duas a seis vezes por semana reduzia em 4% o risco de hipertensão.

Os autores destacam, porém, que esse efeito foi relevante apenas entre as pessoas magras, não sendo aplicado para pessoas com sobrepeso ou obesas. 

"Os nossos dados sugerem que o consumo de nozes é associado com um menor risco de hipertensão em médicos americanos do sexo masculino, e que tal relação pode ser influenciada pela adiposidade", concluíram.

Fonte: Clinical Nutrition. Fevereiro de 2009

Comentários

Mensagens populares deste blogue

O que deves saber para agilizar as constipações e a tosse nos bebés.

A cada ano, centenas de bebés e crianças sofrem de constipações e tosse, principalmente devido ao seu sistema imunitário ainda imaturo.

É muito fácil identificarmos os sintomas de constipação e tosse nas nossas crianças. Começam logo a ficar com o nariz congestionado, com muita ranhoca (corrimento nasal), febre baixa, tosse, perda de apetite, irritabilidade e dificuldade em dormir. Qual a mãe, pai ou outro educador que não reconhece o desafio que é cuidar de uma criança doente? A natureza delas é de felicidade, alegria e brincadeira...de repente sentem-se mal apresentando alguma dificuldade em compreender claramente aquilo que estão a sentir, como tal, o nosso papel é orientá-las e ajuda-las a sentirem-se o melhor possível no menor espaço de tempo.

Como sou a favor da posição da American Academy of Pediatrics a qual desaconselha dar medicamentos para a tosse e constipações a crianças menores de 6 anos devido aos potenciais efeitos colaterais desses medicamentos, opto, sempre que poss…

As tâmaras e o trabalho de parto

Desde os tempos bíblicos, as tâmaras eram consideradas possuidoras de propriedades curativas profundas, mas só agora a ciência vem confirmar o que os nossos antepassados já sabiam.
Um estudo publicado no Journal of Obstetrics and Gynecology em 2011 e intitulado "O efeito do consumo das tâmaras no final da gravidez[i]", apresentou a investigação do efeito do consumo das tâmaras nos parâmetros do trabalho de parto e nos seus resultados. Ao longo de 11 meses na Jordan University of Science and Technology, dois grupos de mulheres foram incluídas num estudo prospectivo onde 69 mulheres consumiram seis tâmaras por dia durante 4 semanas antes da data prevista para o parto, contra 45 mulheres que não consumiram nenhuma. Estas mulheres tinham parâmetros semelhantes por isso não houve diferença significativa na idade gestacional, idade e paridade (o número de vezes que a mulher engravidou) entre os dois grupos.
Os resultados do estudo foram os seguintes:
• Melhoria da dilatação cervical:

Mercúrio presente no marisco e no peixe aumenta risco para Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

Um estudo recente em 518 pessoas constatou que elevados níveis de mercúrio no corpo associado ao consumo de peixe e marisco aumenta o risco de desenvolver a doença de Lou Gehrig (ELA), uma doença neurodegenerativa que leva à paralisia e à morte. Entender os factores de risco da esclerose lateral amiotrófica possibilita-nos realizar alterações no nosso estilo de vida, como por exemplo, evitar o consumo de peixes e moluscos, de forma a prevenir esta doença e diminuir a incidência a longo prazo.
Nota de pesquisa: Pesquisas epidemiológicas como essa podem revelar novos factores comportamentais humanos ou exposições ambientais que nos levam à doença. Estudos a nível da população também podem fornecer uma visão ampla de como a doença se desenvolve em seres humanos que não teria sido prontamente descoberto em estudos animais ou celulares.